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Oração de 4 de Setembro de 2010
Fátima

Oração dos Dons: Texto de reflexão

Era uma vez um grupo de animais que quis fazer alguma coisa para resolver os problemas do mundo.
Para isto eles organizaram uma escola.
A escola dos bichos estabeleceu um currículo de matérias que incluía correr, subir árvores, montanhas, nadar e voar.
Para facilitar as coisas, ficou decidido que todos os animais fariam todas as matérias.
O pato deu-se muito bem na natação; até melhor que o professor!
Mas quase não passou de ano na aula de voo, e estava a ir muito mal na corrida.
Por causa das suas deficiências, ele precisou de deixar um pouco de lado a natação e ter aulas extras de corrida.
Isto fez com que seus pés de pato ficassem muito doridos, e o pato já não era tão bom nadador como antes.
Mas estava a passar de ano, e este aspecto da sua formação não estava a preocupar ninguém – excepto, claro, o pato.
O coelho era de longe o melhor corredor, no princípio, mas começou a ter tremores nas pernas de tanto tentar aprender natação.
O esquilo era excelente a subir árvores, mas enfrentava problemas constantes na aula de voo, porque o professor insistia que ele precisava de descolar do solo, e não, de cima de um galho alto.
Com tanto esforço, ele tinha cãibras constantes, e foi apenas regular em alpinismo e fraco em corrida.
A águia insistia em causar problemas, por mais que a punissem por desrespeito à autoridade.
Nas provas de subida de árvore era invencível, mas insistia sempre em chegar lá da sua maneira…
Na natação deixou muito a desejar.
Cada criatura tem capacidades e habilidades próprias, coisas que faz naturalmente bem.
Mas quando alguém o força a ocupar uma posição que não lhe serve, o sentimento de frustração e até culpa, provoca mediocridade e derrota total.
Um esquilo é um esquilo e nada mais que um esquilo.
Se insistirmos em afastá-lo daquilo que ele faz bem, ou seja, subir árvores, para que seja um bom nadador ou um bom corredor, o esquilo vai sentir-se um incapaz.
A águia faz uma bela figura no céu, mas é ridícula numa corrida a pé.
No chão, o coelho ganha sempre. A não ser, é claro, que a águia esteja com fome!
O que dizemos das criaturas da floresta vale para qualquer pessoa.
Deus não nos fez iguais. Ele nunca quis que fossemos iguais.
Foi ele que planeou e projectou as nossas diferenças e as nossas capacidades especiais!
 
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Parábola dos Talentos

“Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Um homem, ao partir de viagem, chamou os seus servos e confiou-lhes os seus bens.» A um entregou cinco talentos, a outro dois e a outro um, conforme a capacidade de cada qual; e depois partiu.”
“O que tinha recebido cinco talentos fê-los render e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebera dois talentos ganhou outros dois.”
“Mas o que recebera um só talento foi escavar na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.”
“Muito tempo depois, chegou o Senhor daqueles servos e foi ajustar contas com eles. O que recebera cinco talentos aproximou-se e apresentou outros cinco dizendo: «Senhor, confiaste-me cinco talentos: aqui estão outros cinco que eu ganhei.» Respondeu-lhe o Senhor: «Muito bem, servo bom e fiel. Porque foste fiel em coisas pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu Senhor.» Aproximou-se também o que recebera dois talentos e disse: «Senhor, confiaste-me dois talentos: aqui estão outros dois que eu ganhei.» Respondeu-lhe o Senhor: «Muito bem, servo bom e fiel. Vem tomar parte na alegria do teu Senhor».”
“Aproximou-se também o que recebera um só talento e disse: “Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde não semeaste e recolhes onde nada lançaste. Por isso, tive medo e escondi o teu talento na terra. Aqui tens o que te pertence”.
“O Senhor respondeu-lhe: «Servo mau e preguiçoso, sabias que ceifo onde não semeei e recolho onde nada lancei; devias, portanto, depositar no banco o meu dinheiro, e eu teria, ao voltar, recebido com juro o que era meu. Tirai-lhe então o talento e dai-o àquele que tem dez. Porque, a todo aquele que tem, dar-se-á mais e terá em abundância; mas, àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lançai-o às trevas exteriores. Aí haverá choro e ranger de dentes.»”
(Lc 19,12-27)
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